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	<description>Um aprendiz de campeiro</description>
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		<title>Curando bicheira</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antoninhojr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campereadas]]></category>
		<category><![CDATA[Lida]]></category>

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		<description><![CDATA[Os gaúchos da Serra adoram o verão. Converse com gente de São Chico, Canela, Jaquirana, Cambará, Bom Jesus e arredores, estes lugares que a geada castiga durante o inverno, e logo concluirá que não é simplesmente o clima praiano que alegra a indiada.
Acontece que, a partir de setembro, o chamado &#8220;princípio do verão&#8221;, o estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: x-small;">Os gaúchos da Serra adoram o verão. Converse com gente de São Chico, Canela, Jaquirana, Cambará, Bom Jesus e arredores, estes lugares que a geada castiga durante o inverno, e logo concluirá que não é simplesmente o clima praiano que alegra a indiada.</span></div>
<p><span style="font-size: x-small;">Acontece que, a partir de setembro, o chamado &#8220;princípio do verão&#8221;, o estado da criação melhora paulatinamente, isso até mês de abril, quase meados de maio, quando as vacas atingem o ápice da engorda. Eis aí o motivo pelo qual o aparte das vacas de cria ocorre em maio, uma vez que a partir daí a invernia castiga a macega e, consequentemente, a tropa inteira. Obviamente, nenhum gaudério gosta de ver gado magro, ainda que faça parte da lida.</p>
<p>Engana-se, porém, quem pensa que no verão não há serviço. A lida muda, mas persiste sempre, sem parar. É tempo de amansar a terneirada xucra, vacinação, banhar contra carrapatos e outras pragas, observar se o touro tá trabalhando conforme o esperado, repontar o gado para a lavoura, a fim de produzir adubo para plantar o pasto no inverno, essas coisas.</p>
<p>Dentro desse contexto, traz o calor consigo as imundícias: os já citados carrapatos, bernes, varejas e, consequentemente, as miíases, popularmente conhecidas por bicheiras. Não há verão sem rês bichada, isso é fato. De umbigo de terneiro novo a ferida de berne, passando por aspa quebrada, arranhão de cerca, tudo bicha. Deu mole pra mosca, ela senta e faz o serviço.</p>
<p>E foi campereando para o meu avô que, semana passada, achei um terneiro bichado no encontro da paleta. Confesso que, após alguns anos de lida, virei especialista em observar o sangue que escorre errado na rês. É raro deixar até a menor ferida passar despercebida. Ensinamentos do João Maria – meu velho avô &#8211; naturalmente.</p>
<p> </p>
<p><em>Pacholeava a quebrada, a passito,</em></p>
<p><em>Levando o sal na garupa,</em></p>
<p><em>Que me agrada camperear solito,</em></p>
<p><em>Assoviando uma marca, sem culpa.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Aproximar da manada, contar o gado,</em></p>
<p><em>Admirar o estado do lote,</em></p>
<p><em>Que o verão está do agrado</em></p>
<p><em>E enche os olhos ao mexer pro reponte.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Até que foi fácil. De pêlo fumaço, puxando a branco, não estava difícil de perceber a sangueira da ferida. Felizmente, um bicho flôr de especial na cruza, filho de uma vaca barrosa, de segunda cria, boa de produção. Repontei o lote para o lado do cocho, já com a idéia fixa de levar os dois, vaca e terneiro pra casa a fim de curar a dita bicheira.</p>
<p>Gado costeado é outra coisa, vale mesmo à pena. Há quem prefira um pouco de xucrismo, mas a minha lida passa pela mansidão, sem alarde. Encostei as vacas, apeei, larguei o sal no cocho e tornei a montar. Enquanto as primeiras lambiam a venta, apartei a barrosa com o terneiro e fiz alinhar para o lado de casa.</p>
<p> </p>
<p><em>Volta e meia, sempre acontece,</em></p>
<p><em>Numa tarde domingueira,</em></p>
<p><em>Campereando, aparece,</em></p>
<p><em>Aqui ou ali, uma bicheira.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Não há motivo pra susto,</em></p>
<p><em>É o trabalho da mosca no verão,</em></p>
<p><em>Se o estado do bicho é robusto</em></p>
<p><em>Basta encostar pro mangueirão.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Normalmente, quando reunidas, as vacas teimam até alinhar. Dispara pra um lado, teima pro outro, é natural que o animal criado em manada não queira desgarrar-se do lote, certeza de proteção ao menor sinal de perigo. No entanto, o costume da lida traz a mansidão já citada, e a vaca velha desceu a galope pro lado da rede com o terneiro logo atrás, manquejando no lado da bicheira.</p>
<p>Foi muito bem até perto de uma lagoa, quando resolveu voltar. Não sei se esqueceu a bolsa, o celular ou a chave de casa, mas o fato é que a barrosa deu a volta na lagoa e desembestou pro lado do cocho outra vez, estando a cinquenta metros da saída da invernada. Nesse momento, olhei para meus pés numa fração de segundo e percebi que calçava tamancos. Devido ao calor, optei por deixar as botas em casa e, consequentemente, as esporas.</p>
<p> </p>
<p><em>Havia um terneiro fumaço</em></p>
<p><em>Sangrando à volta da paleta</em></p>
<p><em>Destes que não conhece o laço</em></p>
<p><em>Mas aprende na força da roseta.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>E a mãe, uma aspuda barrosa,</em></p>
<p><em>Quis remanchar do carreiro</em></p>
<p><em>Correu de volta, teimosa,</em></p>
<p><em>Seguida pelo terneiro.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Mesmo sem aparatos, carquei a égua Ruana de um só cutuco em cima da rês, que ventena comigo não tem muita chance. A vaca velha era mansa, mas sabia correr! Foi só ao estalo do relho e à base de grito que ataquei do lado de um banhado, trancando a passagem e iniciando a perseguição.</p>
<p>O brabo é que, no caso de vaca de cria, corre a mãe pra um lado e o filho pro outro. Essa é a hora em que o taura tem duas escolhas: ou se resigna e deixa voltar pro lote, ou se indigna e divide o matungo em dois, dê-lhe bufo, dê-lhe laço, fazendo brotar o suor, mas efetivando o aparte.</p>
<p> </p>
<p><em>É na firmeza do casco</em></p>
<p><em>Pisando firme a macega</em></p>
<p><em>Que o boi renega o pasto</em></p>
<p><em>E de vereda se entrega</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>No estalido do relho</em></p>
<p><em>Virou-se rumo à mangueira</em></p>
<p><em>Amadrinhando parelho</em></p>
<p><em>Pra curar a tal bicheira</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Vencida a carreira, já brotando o suor no pescoço, retomei o trote sereno levando por diante os danados. Chegando na mangueira, o ritual é simples e sistemático: derruba, passa a corda nas patas e imobiliza a criação, de modo que o curativo fique a preceito.</p>
<p>Diria, aliás, que a riqueza da lida de campo é justamente a rusticidade do manejo. Cheiro de campo, de pêlo e bufo de ventana, confundindo o gaúcho com o cavalo, sem saber direito quem é quem na figura centaura que sobe e desce coxilhas cuidando o gado como tem que ser.</p>
<p> </p>
<p><em>Bufou, laçado ao pescoço</em></p>
<p><em>A corda esticada no chão</em></p>
<p><em>Curava, sem alvoroço,</em></p>
<p><em>Bem conforme a tradição</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>No largar, ainda tonto</em></p>
<p><em>Saiu procurando o teto</em></p>
<p><em>Pisando firme, mas pronto</em></p>
<p><em>Jogando longe o graveto</em></p>
<p> </p>
<p><em>Pra quem conhece o verão</em></p>
<p><em>Se é do campo, não se apura,</em></p>
<p><em>Pois, da macega ao galpão,</em></p>
<p><em>Conhece os caminhos da cura</em></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Xucrismo Puro</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Lida]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[xucrismo lida]]></category>

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		<description><![CDATA[Digamos que é algo mais do que uma simples tosquia de uma ovelha. Xucrismo puro o bagual com o cachimbo na boca enquanto segue na lida carneando a rês.

Valhe a pena conferir o albúm Fazendo do Paulo Casagrande.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Digamos que é algo mais do que uma simples tosquia de uma ovelha. Xucrismo puro o bagual com o cachimbo na boca enquanto segue na lida carneando a rês.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://picasaweb.google.com/paulo.mendes.filho/FAZENDA#5173165016941378306"><img class="size-full wp-image-203 aligncenter" title="IMG_5124" src="http://colafina.thiagob.com/wp-content/uploads/2009/11/IMG_5124.JPG" alt="IMG_5124" width="432" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Valhe a pena conferir o albúm <a href="http://picasaweb.google.com/paulo.mendes.filho/FAZENDA#" target="_blank">Fazendo do Paulo Casagrande</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Flor Colorada #3</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 03:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Termos]]></category>
		<category><![CDATA[Flor Colorada]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Letra]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Marenco]]></category>

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		<description><![CDATA[Virando do meio dia
Quando o sol esquenta o chão
Putcha! é preciso garrão
Pra aguentar-se o tipiti
E os verdes campos sem fim
Doem nas vistas como não
Se o serviço da uma folga
Muito bem que se sesteia
Mas se não com a lua cheia
Também se agüenta o serviço
E a indiada, amigos, com isso
Nem tropica ou balanceia
Para contextualizar estas duas estrofes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Virando do meio dia<br />
Quando o sol esquenta o chão<br />
Putcha! é preciso garrão<br />
Pra aguentar-se o tipiti<br />
E os verdes campos sem fim<br />
Doem nas vistas como não</p>
<p>Se o serviço da uma folga<br />
Muito bem que se sesteia<br />
Mas se não com a lua cheia<br />
Também se agüenta o serviço<br />
E a indiada, amigos, com isso<br />
Nem tropica ou balanceia</p></blockquote>
<p>Para contextualizar estas duas estrofes recorre ao livro &#8220;Campeirismo Gaúcho:  Orientações Práticas&#8221; de Cyro Dutra Ferreira.</p>
<p><em>O Capataz deverá constantemente avaliar e obedecer, a medida do possível, a disposição dos animais, pois uma tropa forçada a caminhar em situações adversas (ameaça de tormenta, calores sobre-naturais, excesso de distância percorrida por dia, fome, sede, etc.) será uma tropa prejudicada, causando prejuízos ao seu proprietário.</em></p>
<p><em>O gado por si só acusa os seus desejos. Por exemplo: a hora em que mais gosta de caminhar é ao clarear do dia, os Tropeiros, pois, ainda de madrugada, devem tomar apenas uns mates e em seguida devem largar a tropa na estrada. Lá pelas 8 ou 9 horas, quando o gado começa a diminuir o ritmo da marcha, procurando algum pasto para comer, é o momento dos tropeiros pararem para tomar o café, quando o gado também aproveitará para comer. Após algum tempo, em torno de uma hora, o gado começará a movimentar-se lentamente, indicando a hora de reinício da viagem. Lá pelas 11 horas acontecerá o mesmo fenômeno. Enfim, se um Capataz novato nessa lida, tiver perspicácia de interpretar a vontade do gado, e obedecê-la, é certo que sua chegará no destino nas melhores condições possíveis.</em></p>
<p>Desta forma, além de estarem sujeitos às vontades do gado os tropeiros também estão sujeitos ao sol do meio-dia, que por vezes castiga até mesmo na sombra. Por isso só com muito garrão para aguentar o TIPITI, que significa apuro, aperto, embaraço, negócio do qual é difícil sair com vantagem&#8230;</p>
<p>Imagino os peões, que segundo Cyro Dutra Ferreira devem conduzir o gado por 30 / 35 km dia, já fadigados pelo sol a pino, olhando para o horizonte e percebendo o trecho que falta percorrer para chegar até o próximo pouso. Talvez por isto que os verdes campos façam os olhos doer, porque ainda há muito chão pela frente.</p>
<p>Os peões estão sujeitos às vontades do gado, que além de determinar o ritmo e os horários da tropeada também assusta-se facilmente. Jamais os tropeiros podem deixar o gado sozinho ou descuidar-se dele. A ameaça de um estouro está sempre presente&#8230; Desta forma, nem sempre é possível sestear. E quando acontece isto o jeito é dormir bem durante a noite para aguentar o tirão do trabalho do próximo dia.</p>
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		<title>Show de Leonel Gomez</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 01:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Expointer]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Gomez]]></category>

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		<description><![CDATA[Por essa eu não esperava! Mas como tudo acabou se convergindo para isto, principalmente porque o show foi transferido para a noite, não deu notra: fui na expointer ver o Leonel Gomez.
De quebra ainda consegui trocar umas palavras com o homem e até tirar uma foto antes do show. Apesar de que a foto não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por essa eu não esperava! Mas como tudo acabou se convergindo para isto, principalmente porque o show foi transferido para a noite, não deu notra: fui na expointer ver o Leonel Gomez.</p>
<p>De quebra ainda consegui trocar umas palavras com o homem e até tirar uma foto antes do show. Apesar de que a foto não valeu de nada!</p>
<div id="attachment_177" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://colafina.thiagob.com/wp-content/uploads/2009/09/Expointer-Leonel-Gomez-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-177 " title="Expointer - Leonel Gomez 2" src="http://colafina.thiagob.com/wp-content/uploads/2009/09/Expointer-Leonel-Gomez-2-300x200.jpg" alt="Expointer - Leonel Gomez 2" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Álcool Gel, Leonel Gomez, Thiago Bohn</p></div>
<div id="attachment_176" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://colafina.thiagob.com/wp-content/uploads/2009/09/Expointer-Leonel-Gomez.jpg"><img class="size-medium wp-image-176 " title="Expointer 2009 - Leonel Gomez cantando El Bocal" src="http://colafina.thiagob.com/wp-content/uploads/2009/09/Expointer-Leonel-Gomez-300x147.jpg" alt="Expointer 2009 - Leonel Gomez cantando El Bocal" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">El Bocal, dessa eu tenho em vídeo</p></div>
<p>Um baita show de um baita músico. Esse ano já foi Luiz Marenco e Leonel Gomez&#8230; Acho que agora fica faltando César Oliveira &amp; Rogério Melo. Quem sabe na <a href="http://colafina.thiagob.com/2009/09/super-terca/">super terça</a>.</p>
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		<title>Super Terça</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 00:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[César Oliveira & Rogério Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Lomba Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>

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		<description><![CDATA[A Super Terça será realizada dia 27 de outubro, na sociedade Gaúcha de Lomba Grande. A festa será em homenagem aos 40 anos de carreira de Os Monarcas. Nos dois galpões, além de Os Monarcas, estarão Chiquito &#38; Bordoneio, João Luiz Corrêa, César Oliveira &#38; Rogério Melo. Uma instituição carente será beneficiada com parte da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Super Terça será realizada dia 27 de outubro, na sociedade Gaúcha de Lomba Grande. A festa será em homenagem aos 40 anos de carreira de Os Monarcas. Nos dois galpões, além de Os Monarcas, estarão Chiquito &amp; Bordoneio, João Luiz Corrêa, César Oliveira &amp; Rogério Melo. Uma instituição carente será beneficiada com parte da renda a ser arrecada no dia do evento.</p>
<p><em>Notícia retirada do ABC do Gaúcho, Jornal NH 03 de setembro.</em></p>
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		<title>Flor Colorada #2</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 00:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>
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		<category><![CDATA[Cavalo]]></category>
		<category><![CDATA[Flor Colorada]]></category>
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		<category><![CDATA[Letra]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Marenco]]></category>

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		<description><![CDATA[E dando continuidade&#8230;
E relinchando a tropilha
Que já descamba na lomba
Se atira empina e se assombra
Honra e glória do ginete
Que tem por sestro o cacoete
De ir espiando a própria sombra

Tropilha é um bando de cavalo do mesmo pêlo que a égua madrinha. Descambar é descer. O resto dá para imaginar ou ver na imagem.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E dando continuidade&#8230;</p>
<blockquote><p>E relinchando a tropilha<br />
Que já descamba na lomba<br />
Se atira empina e se assombra<br />
Honra e glória do ginete<br />
Que tem por sestro o cacoete<br />
De ir espiando a própria sombra</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/bombeador/3292323678/"><img class="size-full wp-image-163 alignnone" title="3292323678_e0cf328d06" src="http://colafina.thiagob.com/wp-content/uploads/2009/09/3292323678_e0cf328d06.jpg" alt="3292323678_e0cf328d06" width="500" height="316" /></a></p>
<p>Tropilha é um bando de cavalo do mesmo pêlo que a égua madrinha. Descambar é descer. O resto dá para imaginar ou ver na imagem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Flor Colorada #1</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 00:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Termos]]></category>
		<category><![CDATA[Flor Colorada]]></category>
		<category><![CDATA[Letra]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Marenco]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã ouvi esta música e não tive como não ir em busca da letra e compartilhar com meus colegas do trabalho. Trata-se de Flor Colorada, interpretada pelo Luiz Marenco no CD Pra o Meu Consumo.
No meu penúltimo post estava determinado a fazer comentários sobre Os Silêncios das Janelas do Povoado, &#8220;traduzir&#8221; alguns pedaços e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pela manhã ouvi esta música e não tive como não ir em busca da letra e compartilhar com meus colegas do trabalho. Trata-se de Flor Colorada, interpretada pelo Luiz Marenco no CD Pra o Meu Consumo.</p>
<p>No meu penúltimo post estava determinado a fazer comentários sobre <a href="http://colafina.thiagob.com/2009/08/os-silencios-das-janelas-do-povoado/" target="_blank">Os Silêncios das Janelas do Povoado</a>, &#8220;traduzir&#8221; alguns pedaços e compartilhar meus devaneios. Mas quando vi que seria um trabalho muito longo acabei deixando pela metade.</p>
<p>Desta vez não vou assumir uma missão maior que a minha disponibilidade de tempo. Vou fazer estrofe a estrofe e ver se chego até o final. Bom, vamos lá então&#8230;</p>
<blockquote><p>Mal vai o céu pelechando<br />
Com o vir das barras do dia<br />
E o capataz assovia<br />
Ao que ainda a cuia não solta<br />
E o flete percura a volta<br />
Galvoso da companhia</p></blockquote>
<p>Primeiramente <em>pelechando </em>vem do espanhol e quer dizer trocando de pêlo. Alguns animais costumam trocar de pêlos ao atingir a idade adulta, outros ao entrar no verão e outros na mão do homem. Em alguns casos além da troca de pêlos ocorre também a troca na coloração do animal. Sendo assim, se o céu estava pelechando, acredito eu, que deixava de ser noite e céu começava mudar de cor.</p>
<p>As barras do dia, por sua vez, referem-se a aurora, ao despontar do sol. Isto explica o porquê do céu estar <em>pelechando</em>.</p>
<p>Pelo visto era bem cedito. Mas não importa porque capaz é chefe e não gosta de corpo mole. Percebe um peão se demorando mais do que deve no chimarrão e já assovia chamando o companheiro para lida.</p>
<p>Bom, agora complicou, flete é um cavalo bom e bonito, mas galvoso fico devendo&#8230; Assim que eu descobrir dou continuação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Animação de Lobisomen do Arvoredo</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 00:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Mano Lima]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6vrfzWv2BKM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6vrfzWv2BKM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Os Silêncios das Janelas do Povoado</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 00:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Gujo Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Intrigado]]></category>
		<category><![CDATA[Letra]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Marenco]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabem, existe uma meia dúzia de músicas que me deixa intrigado! Mas não é um simples pomba!, é realmente ficar intrigado; no mesmo dia ouvir 5 ou 10 vezes a música, depois ficar horas e horas pensando e mesmo assim não se dar por satisfeito.
Percebi esta reação pela primeira vez ouvindo &#8220;Os Silêncios das Janelas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabem, existe uma meia dúzia de músicas que me deixa intrigado! Mas não é um simples <dfn title="POMBA!, interj. Indica admiração. &quot;Pomba! Que indivíduo feio&quot;">pomba!</dfn>, é realmente ficar intrigado; no mesmo dia ouvir 5 ou 10 vezes a música, depois ficar horas e horas pensando e mesmo assim não se dar por satisfeito.</p>
<p>Percebi esta reação pela primeira vez ouvindo &#8220;Os Silêncios das Janelas do Povoado&#8221; do Gujo Teixeira e Luiz Marenco. Já faz tempo, mas ainda hoje basta ouvir a &#8220;deixa&#8221; da gaita que fico intrigado.</p>
<p>Muitas vezes me pergunto as mesmas coisas: O que será que motivou aqueles homens? Vingança? Lavar a honra? Crime de guerra?</p>
<blockquote><p>Era um fim de dia quieto<br />
Para quem quisesse ouvi-lo<br />
Apesar do céu  sangrando<br />
Alguns mateavam tranquilos.<br />
Foi quando cascos nas pedras<br />
E  constâncias de esporas<br />
Quebraram o calmo das casas<br />
Chamando olhares pra  fora.</p>
<p>Iam adentrando o povoado<br />
Quatro homens bem montados<br />
Três  baios de cabos-negros<br />
Bem à direita um gateado.<br />
Ponchos negros sobre os  ombros,<br />
Chapéus batidos na face<br />
Silhuetas desconhecidas<br />
Pra qualquer um  que olhasse.</p>
<p>Traziam vozes de mandos<br />
Nas suas bocas cerradas<br />
E  aparecendo nos ponchos<br />
Pontas de adagas afiadas.<br />
Olhavam sempre por  perto<br />
Até mirarem um &#8220;ranchito&#8221;<br />
E sofrenarem os cavalo<br />
Onde um apeou  solito.</p>
<p>Primeiro um rangido fraco<br />
Depois um grito &#8220;prendido&#8221;<br />
E a  intenção da adaga<br />
Tinha mostrado sentido.<br />
E os quatro em seus  silêncios<br />
Voltaram no mesmo tranco<br />
Deixando junto a soleira<br />
Vermelho  num lenço branco.</p>
<p>Era mais um que ficava<br />
Depois que os quatro  partiam<br />
Por certo em baixo dos ponchos<br />
Algum mandado traziam.<br />
Traziam  fios de adagas<br />
E silêncios pra entregar&#8230;<br />
-era um gateado e três  baios<br />
Foi o que deu pra enchergar!!</p>
<p>Ninguém sabe, ninguém  viu<br />
Notícias viram depois.<br />
Alguém firmava na adaga<br />
Só não se sabe quem  foi.<br />
E o povoado segue o mesmo<br />
Dormindo sempre mais cedo<br />
Dormem ouvindo  o silêncio<br />
E silenciam por medo!</p></blockquote>
<p>Minha idéia era de comentar alguns trechos, mas fica para próxima&#8230;</p>
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		<title>La siesta</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 19:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foto de Eduardo Amorim.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3315/3638993433_7a9f31460c.jpg" /></p>
<p><small>Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/bombeador/3638993433/">Eduardo Amorim</a>.</small></p>
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